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Região

Prefeitura decide agir com relação a prédio com "madeiras em queda" na Vila Nogueira

Caso passou a chamar a atenção de reportagem de T7 News

Rodrigo Bustamante | Data: 05/11/2024 17:01

A prefeitura de Taubaté deverá tomar medidas para garantir a segurança das pessoas que moram no entorno de uma construção abandonada na avenida Gabriel Ortiz Monteiro, na Vila Nogueira.

Na última semana, o portal T7 News abordou em reportagens a situação que se encontra o prédio inacabado, onde placas sinalizavam “Perigo, madeiras em queda!” em alusão a materiais deixados no topo da obra e que estariam caindo. 

Leia: “Perigo, madeiras em queda”, placa alerta moradores sobre risco oferecido em obra abandonada de Taubaté”

Em uma reunião realizada nesta segunda-feira, 4, integrantes da Defesa Civil municipal e membros de diversas secretarias da prefeitura de Taubaté debateram sobre ações para auxiliar na mitigação de riscos causados pela condição que se encontra o imóvel cujas obras seguem paralisadas há muitos anos. 

Leia também: “Prefeitura de Taubaté monta força-tarefa para tratar riscos em prédio abandonado e retira placa de alerta”

Ficou acertado que a Secretaria de Obras orçará para retirar as madeiras deterioradas do local, para a abertura de um processo de licitação para a execução do serviço. 

Enquanto isso, a área do prédio será totalmente cercada, inclusive a calçada, para proteger os pedestres até uma solução definitiva. 

O proprietário do imóvel será notificado e responderá pelos custos das intervenções. 



Histórico problemático

Localizada em uma área residencial bem próxima a escola estadual Cesídio Ambrogi, a obra inacabada pertence a uma empresa que decretou falência. Segundo a prefeitura, o Departamento de Fiscalização de Postura já notificou o proprietário, porém não obteve retorno.

O local hoje abriga dependentes químicos, é usado como depósito de entulhos e até já foi palco de duas mortes ocasionadas por uma briga, em novembro de 2022. 

Em fevereiro deste ano, a Prefeitura acionou o Ministério Público, e o processo encontra-se em segunda instância, aguardando decisão judicial.

Outro problema relacionado a essa edificação é água acumulada na base do prédio. O Controle de Animais Sinantrópicos – CAS – já esteve no local, realizando a drenagem de água acumulada e inspecionando a presença de larvas do mosquito da dengue, mas nenhuma foi encontrada.


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