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Região

"Não tem problema nenhum” diz pró-reitor sobre prefeitura ir para prédio da Eletro

Pró-reitor da UNITAU explica pontos sobre a locação do imóvel

Rodrigo Bustamante | Data: 07/05/2023 16:49

A reportagem de T7 News informou na última segunda-feira, 1° de maio, que a Universidade de Taubaté (UNITAU) publicou edital de concorrência para o aluguel do imóvel situado na praça Monsenhor Silva Barros.

O imóvel foi apontado pela gestão Saud como um dos locais que poderia abrigar a nova sede do paço municipal taubateano.

A reportagem conversou nesta semana com o pró-reitor de Administração da universidade, professor Renato Rocha, para tirar algumas dúvidas sobre o aluguel do prédio. 


Paço municipal

A primeira pergunta feita ao pró-reitor não poderia ser de outro tema. Questionado sobre a destinação de uso do espaço, ele afirma que o prédio poderá ser utilizado para quaisquer atividades, inclusive receber a sede administrativa do poder executivo.

“O imóvel é para qualquer finalidade. Se a prefeitura tiver interesse, quiser utilizar o prédio para se instalar lá, desde que tenha o aluguel, ela (estiver) pagando, não tem problema nenhum”, sentencia o pró-reitor.


Possibilidade de venda

O desejo da gestão municipal em levar a sede administrativa para o local gerou até a publicação de um decreto para desapropriar a área. O documento foi contestado pelo Ministério Público estadual, que recomendou pela suspensão. 

Desfazer-se do imóvel também não é um objetivo da UNITAU. Segundo o pró-reitor de administração, “nesse momento o interesse da universidade é só o aluguel”, além de todo planejamento orçamentário da instituição já estar preparado para contar com o valor da locação do espaço.  

“A gente fez a LOA – Lei Orçamentária Anual – com o aluguel que estávamos recebendo e continuaríamos. Eu tenho uma LOA toda prevista em cima de arrecadação de aluguel”, explicou o professor Renato. 

Como a Universidade de Taubaté é uma autarquia Municipal, a venda de um bem da universidade precisa ser aprovada pelos poderes executivo e legislativo.

O novo edital de concessão de uso publicado pela UNITAU prevê que o vencedor da licitação poderá sublocar todos os espaços – prédio principal, lojas e mezanino – que compõem o imóvel, desde que não seja para atividades de ensino concorrentes à universidade.

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